Madeira admite possibilidade de recuar na decisão dos testes rápidos a partir de julho para quem chega à Região

O governante realçou que o avançar ou não da medida está dependente não só da evolução da situação epidemiológica da Região, mas também da situação que se verificar em Portugal Continental, nomeadamente na Área Metropolitana de Lisboa.

O Presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, admitiu, esta sexta-feira, a possibilidade de a Madeira recuar na decisão tomada a 14 deste mês que prevê que a partir de 1 de julho seja apenas exigido um teste rápido para quem chega à Região, e não o teste PCR como tem sido feito até aqui.

O governante realçou que o avançar ou não da medida está dependente não só da evolução da situação epidemiológica da Região, mas também da situação que se verificar em Portugal Continental, nomeadamente na Área Metropolitana de Lisboa.

“Temos de ter um cuidado redobrado e essa decisão pode ser revertida se a situação se agravar fora da Região e nós podemos prorrogar, eventualmente, o prazo relativamente à exigência do teste PCR”, realçou.

Miguel Albuquerque admitiu ainda que a decisão de alteração para os testes rápidos a partir de 1 de julho pode manter-se, havendo exceções em que se continuaria a exigir o teste PCR para alguns destinos.

O chefe do Executivo madeirense salientou que apesar de esta mudança ir representar uma grande poupança, a prioridade continua a ser a saúde pública.

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