“Mais dinheiro ou menos regras”. CTT impõem condições para assegurar serviço universal de correio

De acordo com a edição em papel de hoje, dia 24 de outubro, do jornal ‘Expresso’, os “CTT querem mais dinheiro ou menos regras para manter serviço universal”, porque a “travagem decorrente da pandemia provoca descida de dezenas de milhões nas receitas (…)”, da empresa.

João Bento, presidente executivo dos CTT | Cristina Bernardo

Os CTT querem novas regras para assegurar o serviço universal de correio que irá ser atribuído no novo contrato, que deverá iniciar-se a 1 de janeiro do próximo ano.

De acordo com a edição em papel de hoje, dia 24 de outubro, do jornal ‘Expresso’, os “CTT querem mais dinheiro ou menos regras para manter serviço universal”, porque a “travagem decorrente da pandemia provoca descida de dezenas de milhões nas receitas (…)”, da empresa.

O jornal em causa adianta que o concurso para o novo contrato de serviço universal de correio “ainda não arrancou e Portugal vai chegar a 2021 sem contrato de concessão”.

“Começou a contagem decrescente para o fim do contrato de concessão do serviço postal universal prestado pelos Correios. E tudo leva a crer que iremos chegar a 1 de janeiro de 2021 com as negociações ainda em aberto e sem prestador”, resume a notícia do ‘Expresso’, acrescentando que “o presidente dos Correios, João Bento, tem dito que a atual situação é insustentável e que o preço cobrado pelo correio normal (53 cêntimos) é manifestamente insuficiente face às exigências de qualidade impostas pelo regulador – a Anacom – e à quebra acentuada da margens da empresa”.

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