É o Orçamento possível, num contexto internacional de extrema fragilidade e incerteza. Assim o descreveu o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, elogiando até a contenção de Fernando Medina quando os nossos principais parceiros comerciais estão a aterrar, a inflação é ainda um fator de penalização das famílias, a par da subida de juros que a pretende combater, e ainda se conseguiu dar um sinal no IRS e na progressão de salários e pensões.
“O Orçamento não conta com aumento de exportações ou crescimento, antes procura aumentar a procura interna” fazendo subir o rendimento dos funcionários públicos e pensionistas para tentar “aguentar algum crescimento positivo. É a única solução possível”, afirmou, em reação ao documento levado à Assembleia da República nesta terça-feira.
Não poupou, ainda assim, a governação socialista a um reparo sobre a situação de um SNS que exige respostas e soluções urgentes. É esta uma das principais críticas também da oposição, face a um Orçamento que aumenta o valor dedicado à Saúde para um recorde acima de 15 mil milhões de euros. A par da falta de soluções palpáveis para os professores e para a habitação.
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