Marine Le Pen pede a Macron “respostas fortes” a “sofrimento” dos “coletes amarelos”

A presidente da União Nacional, Marine Le Pen, pediu hoje ao Presidente francês, Emmanuel Macron, “respostas fortes” face ao “sofrimento social” manifestado pelos “coletes amarelos”, que continuam a manifestar-se em Paris e em toda a França.

A presidente da União Nacional, Marine Le Pen, pediu hoje ao Presidente francês, Emmanuel Macron, “respostas fortes” face ao “sofrimento social” manifestado pelos “coletes amarelos”, que continuam a manifestar-se em Paris e em toda a França.

“É preciso que [Mácron] tome consciência do sofrimento social e lhe dê respostas fortes e imediatas”, afirmou em Bruxelas, à margem de um encontro sobre o Pacto Global para a migração, organizado pelo partido nacionalista flamengo Vlaams Belang, no qual participa também Steve Bannon, ex-conselheiro de Donald Trump.

“Apelo uma vez mais ao Presidente da República para ter em conta o sofrimento que é manifestado e dar-lhe uma resposta”, insistiu, pedindo também a Macron para não ficar fechado no Eliseu e calado.

Cerca de 31.000 “coletes amarelos” manifestaram-se hoje em toda a França, 8.000 dos quais em Paris, no quarto grande dia de protestos, que já levaram a mais de 700 detenções, 575 das quais em Paris, segundo o governo.

Os números são semelhantes aos do último sábado.

O movimento dos “coletes amarelos” começou há algumas semanas em protesto contra o aumento do preço dos combustíveis.

Ler mais
Recomendadas

Venezuela: Washington pede à UE para reconhecer Juan Guaidó como “único presidente legítimo”

Vice-presidente norte-americano recordou a conferência que se realizou esta semana em Washington na qual 30 países reafirmaram o compromisso de ajudar a Venezuela e enviar ajuda humanitária.

Eleições europeias: campo de batalha para todas as ‘fake news’

O movimento de Emmanuel Macron, como tantos outros, está convencido que Steve Bannon e Vladimir Putin estarão ativamente concentrados contra o aprofundamento da União Europeia.

Amazon desistiu de se mudar para Nova Iorque

A companhia tem sede mas Seattle mas a expansão de um segundo escritório principal em Nova Iorque foi comprometida por políticos que se opuseram devido aos benefícios fiscais que a empresa iria receber do Estado.
Comentários