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Mau tempo: Cerca de 250 pessoas recorreram ao gabinete “Reerguer Leiria” no primeiro dia

O gabinete, instalado no Mercado de Sant’Ana, funciona das 09:00 às 18:00, com atendimento organizado através de sistema de senhas, e reúne, “num único espaço, informação, esclarecimentos e encaminhamento em várias áreas”, de acordo com uma nota de imprensa da autarquia.
10 Fevereiro 2026, 19h33

Cerca de 250 pessoas recorreram hoje, no primeiro dia de funcionamento, ao gabinete “Reerguer Leiria”, um espaço para apoiar munícipes, instituições e as atividades económicas do concelho afetadas pela depressão Kristin, revelou o Município.

O gabinete, instalado no Mercado de Sant’Ana, funciona das 09:00 às 18:00, com atendimento organizado através de sistema de senhas, e reúne, “num único espaço, informação, esclarecimentos e encaminhamento em várias áreas”, de acordo com uma nota de imprensa da autarquia.

“Estão disponíveis apoios a particulares na área da habitação, com orientação para a recuperação de habitações afetadas, bem como medidas dirigidas às empresas e ao comércio, com vista à recuperação da atividade económica”, explicou o município.

No espaço, é também prestado “apoio às instituições de solidariedade social e coletividades, ajudando na retoma da sua atividade”.

O gabinete conta igualmente com “a colaboração de advogados, que prestam apoio na orientação e no preenchimento das participações de sinistros junto das empresas seguradoras, assim como no reporte de prejuízos nas plataformas criadas para o efeito”.

São seis as áreas disponíveis no Mercado de Sant’Ana: medidas de apoio para particulares ao nível da habitação, para empresas, e para instituições sociais e coletividades, estando ainda presentes a Segurança Social, Autoridade Tributária e Balcão Único de Atendimento da Câmara Municipal.

Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.


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