Ministro do Ambiente congratula-se com abertura das praias mas pede cumprimento das regras

Na cerimónia de abertura da época balnear, que decorreu na Praia da Rocha, em Portimão, João Pedro Matos Fernandes revelou-se orgulhoso “por não haver praias privadas em Portugal”, defendendo que o “acesso ao areal deve ser livre, mas há que garantir as regras impostas este ano”.

O ministro do Ambiente congratulou-se hoje com a abertura da época balnear, mas considerou que os cidadãos têm de ser cuidadosos no cumprimento das regras.

“Era fundamental que as praias abrissem para que as pessoas pudessem descansar e dinamizar a economia que gira à sua volta, mas tudo em segurança” afirmou o ministro do Ambiente e da Ação Climática em Portimão.

Na cerimónia de abertura da época balnear, que decorreu na Praia da Rocha, em Portimão, João Pedro Matos Fernandes revelou-se orgulhoso “por não haver praias privadas em Portugal”, defendendo que o “acesso ao areal deve ser livre, mas há que garantir as regras impostas este ano”.

Depois de uma visita à praia para ver como foram implementadas as medidas contra a propagação da covid-19, o governante destacou a necessidade de garantir as distâncias de segurança “de metro e meio entre cada grupo e os três metros entre os chapéus de sol”.

O ministro evidenciou as soluções encontradas pelas autarquias e concessionários para melhorar os acessos, tendo alguns “desenhado caminhos para entrar e para sair” das praias.

Não havendo a necessidade de utilização de máscara quando se frequenta a praia, “este deve ser usada nos apoios de praia” e “devidamente descartadas nos recipientes do lixo adequados”, relembrou.

Sobre a possibilidade de “850 mil pessoas puderem estar nas praias portuguesas em simultâneo”, o ministro destacou a aplicação “Info Praia”, apresentada na cerimónia, advertindo no entanto que não foi possível fazer todos os testes.

Destacando estar a acompanhar “a cada 30 minutos a aplicação”, Matos Fernandes afirmou que por todo o país “informação está a ser carregada”.

O ministro explicou que o mês de “junho será para afinações” e garantiu que em julho em agosto, meses de maior afluência das praias, “a afinação estará concluída”.

O Governo determinou que a época balnear pode começar este ano em 06 de junho, mas estabeleceu regras para a utilização das praias, devido à pandemia da covid-19, como um distanciamento físico de 1,5 metros entre diferentes grupos e afastamento de três metros entre chapéus de sol, toldos ou colmos.

Os toldos e chapéus a cargo dos concessionários só poderão ser alugados por cada pessoa ou grupo numa manhã (até às 13:30) ou tarde (a partir das 14:00) e todos os equipamentos como gaivotas, chuveiros, espreguiçadeiras ou cinzeiros “devem ser higienizados diariamente ou sempre que ocorra a mudança de utente”.

Ler mais
Recomendadas

Governo revela plano de contingência para evitar colapso do SNS no outono

O gabinete de Marta Temido anunciou algumas medidas que deverão evitar o colapso do SNS numa altura em que a gripe sazonal marca o regresso. O Ministério da Saúde vai antecipar já para o início de outubro a vacinação contra a gripe sazonal e reforçar cuidados intensivos e laboratórios.

Português barrado à porta. Estes 14 países bloqueiam ou limitam a entrada de portugueses

A Europa está reabrir progressivamente as fronteiras mas nem todos os países autorizam a entrada de cidadãos portugueses. Existem oito países que colocam Portugal na lista vermelha de países, proibindo-lhe a entrada, enquanto que outros seis impõe restrições a viajantes portugueses.

Câmara de Sintra admite que há 700 casos confirmados que ainda não foram contactados

Basílio Horta explica que existe uma falta de recursos humanos e meios a trabalhar no terreno. Em entrevista ao “Público”, o autarque admite que existem 700 pessoas infetadas por Covid-19 que não foram contactadas.
Comentários