Portugal atingiu mil milhões de dólares de investimento em startups

O secretário de Estado falava perante o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no antigo picadeiro real, junto ao Palácio de Belém, em Lisboa, durante um encontro com representantes de ‘startups’ portuguesas que vão participar na Web Summit.

Portugal atingiu um patamar de investimento em ‘startups’ de mil milhões de dólares, mais cedo do que o esperado, afirmou hoje o secretário de Estado para a Transição Digital, André Azevedo.

O secretário de Estado falava perante o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no antigo picadeiro real, junto ao Palácio de Belém, em Lisboa, durante um encontro com representantes de ‘startups’ portuguesas que vão participar na Web Summit.

“Temos a ambição de duplicar todos os principais indicadores: número de ‘startups’, número de postos de trabalho, de capacidade de atração de investimento”, declarou André de Aragão Azevedo.

Em seguida, o secretário de Estado para Transição Digital considerou que já há “mesmo motivos para celebrar” em matéria de investimento.

“Esta é uma notícia muito recente: nós atingimos um patamar que esperávamos atingir mais à frente que tem que ver com o valor absoluto de investimento do nosso ecossistema de ‘startups’, que atingiu os mil milhões de dólares”, adiantou.

Por outro lado, destacou o número de ‘startups’ avaliadas em mais de mil milhões de dólares, chamadas de unicórnios: “Em termos de unicórnios ‘per capita’ nós estamos acima da França, acima da Alemanha. E temos em número absoluto mais do qualquer outro país do sul da Europa”.

André Azevedo referiu que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) prevê “125 milhões de euros especificamente para apostar em ‘startups’ e empresas inovadoras”.

Segundo o governante, Portugal deve continuar “a elevar a fasquia” de investimento e manter a aposta em empresas com “recursos humanos mais qualificados” e “modelos de negócio mais assentes no digital” para ter “uma economia muito mais competitiva, muito mais forte”.

“Estamos de facto no bom caminho, acho que temos razões para estarmos muito satisfeitos”, considerou.

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