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Portugueses andam loucos com os carros híbridos

Ajudam a reduzir as emissões, sem andar com cabos atrás. Não provocam ansiedade de carregamento, pois a bateria carrega-se sozinha. A autonomia é grande devido ao motor a combustão. Vendas disparam em Portugal e já lidera este ano. Lá fora, os híbridos elétricos já dominam mercado europeu.
6 Fevereiro 2026, 14h00

Foi na terra do sol nascente que o futuro começou a ser desenhado há mais de 30 anos. O Toyota Prius foi o primeiro híbrido elétrico produzido em massa. Chegou ao mercado em 1997, depois de cinco anos de trabalho duro, pela mão dos engenheiros da marca japonesa. Na Califórnia, sempre preocupada com o ambiente, chegou mesmo a ser o carro da moda durante alguns anos.
O conceito é simples: menos emissões poluentes, mas sem ansiedades de carregamento como num 100% elétrico, pois a maior parte da autonomia é assegurada pelo motor a combustão, pois a autonomia elétrica fica atrás dos híbridos plug-in ou dos elétricos.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o artigo completo. Edição do Jornal Económico de 6 de fevereiro.


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