“Primeira Pessoa”. “Novo Banco? Dinheiro injetado é dos contribuintes, ao contrário do que diz Costa”

“O dinheiro que tem vindo a ser injetado no Novo Banco, ao contrário do que António Costa refere, é dinheiro dos contribuintes ou seja, é receita fiscal do Estado que poderia ser usada para qualquer outro fim mas está a ser usada para as injeções de capital no Novo Banco”, sublinhou o líder interino do grupo parlamentar do BE, Jorge Costa.

Na última edição do programa “Primeira Pessoa”, da plataforma multimédia JE TV, Jorge Costa, líder interino do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda, falou da polémica relacionada com a injeção de fundos do Novo Banco, um tema que divide os bloquistas do Governo do Partido Socialista, com o relatório do Tribunal de Contas pelo meio.

“O dinheiro que tem vindo a ser injetado no Novo Banco, ao contrário do que António Costa refere, é dinheiro dos contribuintes ou seja, é receita fiscal do Estado que poderia ser usada para qualquer outro fim mas está a ser usada para as injeções de capital no Novo Banco”, sublinhou o líder interino do grupo parlamentar do BE, Jorge Costa.

 

Relacionadas

“Será possível impor ao PS cedências que no passado não quis fazer”. Veja o “Primeira Pessoa”, com Jorge Costa, do Bloco de Esquerda

Acompanhe o “Primeira Pessoa” na plataforma multimédia JE TV, através do site e das redes sociais do Jornal Económico.
Recomendadas

BCP quer concluir plano de redução de pessoal a 5 de dezembro

O processo de negociação voluntária decorre até 18 de agosto, tendo o banco comunicado aos sindicatos que, se não atingir a meta (de reduzir ligeiramente acima de 800 pessoas) pode avançar com o despedimento coletivo em setembro.

Desafios no ambiente operacional em Espanha e Portugal levam DBRS a atribuir ‘outlook’ negativo ao Bankinter

A DBRS espera que a qualidade dos ativos e o custo do risco sejam impactados negativamente, especialmente quando expirarem as moratórias e as restantes medidas de apoio promovidas pelo Governo.

PremiumBCP avança com 800 rescisões amigáveis, mas pode recorrer ao despedimento coletivo

O BCP está a oferecer a cada trabalhador que aceita sair de comum acordo uma indemnização de 1,4 ordenados por ano de antiguidade, sabe o JE.
Comentários