Proposta do CDS-PP aprovada: Lisboa vai ter passadeiras arco-íris contra a homofobia e transfobia

Mais concretamente na avenida Almirante Reis, com o objetivo de assinalar o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, a 17 de maio. Proposta do CDS-PP na Assembleia de Freguesia de Arroios foi aprovada por unanimidade.

No próximo dia 17 de maio, várias passadeiras da avenida Almirante Reis, em Lisboa, vão ser pintadas com as cores do arco-íris, como a bandeira do movimento LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, transgénero e intersexo). O objetivo da iniciativa consiste em assinalar o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia que se celebra nesse dia.

“Esta efeméride celebra-se a 17 de maio por ter sido nesse dia em 1990 que se retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde (OMS)”, destaca-se na fundamentação da proposta do CDS-PP, na qual se salienta também que “a Freguesia de Arroios é um lugar de todos e para todos, e sobretudo um lugar de inclusão”.

Os representantes do CDS-PP na Assembleia de Freguesia de Arroios, Frederico Sapage Pereira e Vítor Teles, propuseram então que se assinale a efeméride “com a colocação de passadeiras arco-íris, na avenida Almirante Reis, em frente aos sinais luminosos para passagem de peões junto aos números 1 e 13”.

Recomendadas

Presidente Marcelo: “Votar amanhã é não desistir da liberdade de mandar no nosso futuro”

O Presidente da República apelou hoje aos portugueses para irem votar nas eleições europeias de domingo.

Presidente da República quer CPLP com posição comum sobre oceanos

Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que os países da CPLP devem alinhar posições sobre os oceanos antes da conferência da ONU dedicada ao tema, que terá lugar em Lisboa no próximo ano.

Fernando Medina diz que UE precisa de “reparar” união económica e monetária

O presidente da Câmara de Lisboa considerou hoje que o grande desafio, nos próximos anos, a nível europeu, é haver um entendimento sobre como “reparar” a União Económica e Monetária, uma questão por resolver dez anos após a crise.
Comentários