PRR. Consórcio de empresas e universidades envia propostas para tentar financiar projetos de 145 milhões

O grupo de entidades, na qual estão inseridos Turismo de Portugal e Confederação do Turismo de Portugal, entregou ao Governo a ‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’, para mobilizar capital para projetos inovadores e sustentáveis.

Um consórcio de empresas e universidades, apoiado pelo Turismo de Portugal e pela Confederação do Turismo de Portugal (CTP), entregou ao Governo uma agenda mobilizadora com propostas para desenvolver projetos no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Designada ‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’, o documento surge como resposta ao convite à manifestação de interesse para desenvolvimento de projetos relacionados com o PRR, que foi lançado este verão pelo Executivo. Assim, este consórcio – com representantes do sector turístico e tecnológico e da academia – pretende obter apoio financeiro a projetos que no global estão avaliados em 145 milhões de euros.

“Projetos de investigação e desenvolvimento, inovação, transformação digital e transição climática, na área do turismo, que pretendem cumprir os eixos definidos no PRR”, concretiza a CTP, em comunicado divulgado esta terça-feira, no qual não detalha quais são as iniciativas propostas.

O objetivo é contribuir para a alteração do perfil de especialização do turismo e na economia portuguesa como um doto, dotar as empresas de maior capacidade tecnológica e de inovação (o que inclui requalificar recursos humanos) e reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2).

“É extremamente importante que seja aprovada a ‘Agenda Acelerar e Transformar o Turismo’, que vai permitir investimentos imprescindíveis em projetos que visam não só acelerar a retoma da atividade turística, como também irão tornar o turismo em Portugal ainda mais qualificado e preparado para a transição climática, fatores a que os turistas e visitantes dão cada vez mais importância quando escolhem um destino”, garante o presidente da CTP, Francisco Calheiros.

Segundo esta confederação, a agenda mobilizadora tem também o intuito de concretizar os objetivos do Plano Reativar o Turismo, aprovado pelo Conselho de Ministros em meados de maio, para incentivar a retoma do sector do turismo nacional, que no ano recordista de 2019 representou 11,6% do total do VAB [Valor Acrescentado Bruto] da economia portuguesa e teve um contributo de 18 mil milhões de euros para as exportações do país.

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A insígnia abrange aromaterapia, chás e infusões, entre outros. “Pretende inspirar a fazer essa mudança. Traz consigo o propósito de criar um mundo melhor, apelando a um modo de vida mais consciente, mais próximo da natureza, com foco no bem-estar e no respeito pelo planeta”, garante ao JE o diretor geral, Nuno Luz.

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