PS escolhe Rui Pena Pires para coordenar formação política no Centro da Esquerda

Segundo o partido, o Centro da Esquerda é uma estrutura que se define como “antidogmática”, que pretende afastar-se das lógicas do “politicamente correto” e que visa “a promoção permanente dos valores progressistas, recusando em absoluto as correntes populistas e demagógicas”.

O PS formaliza na quinta-feira a escolha do professor universitário Rui Pena Pires para coordenar o Centro da Esquerda, estrutura que tem como principais missões a formação política e a abertura ao debate com a sociedade civil.

Rui Pena Pires, que foi até agora membro da direção dos socialistas, será coadjuvado no Centro da Esquerda pela historiadora Fernanda Rollo, independente e que integra desde o ano passado o Conselho de Administração da Fundação Mário Soares e Maria Barroso, e por José Leitão, fundador do PS e da JS e ex-presidente da Assembleia Municipal de Lisboa,

Entre outras funções, José Leitão foi ainda alto comissário para a Imigração e Minorias Étnicas (1996-2002), além de ter sido deputado do PS em várias legislaturas.

Segundo o PS, o Centro da Esquerda é uma estrutura que se define como “antidogmática”, que pretende afastar-se das lógicas do “politicamente correto” e que visa “a promoção permanente dos valores progressistas, recusando em absoluto as correntes populistas e demagógicas”.

“Nos limites da tolerância democrática, não deixaremos de admitir a debate opiniões diferentes das nossas para não impedir uma saudável e enriquecedora troca de argumentos. A partir da nossa matriz socialista e do nosso empenhamento com o PS, abrimos a outros cidadãos iniciativas de debate de políticas públicas, sessões de formação e de reflexão sobre os problemas do país e do mundo e ações de formação sobre temas de interesse geral ou específico”, lê-se na declaração de princípios desta estrutura.

Entre os temas prioritários do Centro da Esquerda, estão as questões do envelhecimento da população, a crise demográfica, a ecologia, o clima e proteção ambiental, a cultura, a qualidade de vida, o turismo, os desafios da sociedade digital e o combate às desigualdades.

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