Publicado regime para a produção e comercialização de vinhos com selo ‘Madeirense’ e ‘Terras Madeirenses’

Os vinhos tintos com direito a denominação de origem (DO) ‘Madeirense’ têm que ter um período de estágio de seis meses antes de serem engarrafados e comercializados. Se for de indicação geográfica (IG) ‘Terras Madeirenses’ o período é de quatro meses.

Foram publicadas duas portarias por parte da Secretaria Regional da Agricultura e Pescas (SRAP) que define os critérios a ter em conta para a produção e comercialização de vinhos com selo ‘Madeirense’ e ‘Terras Madeirenses’.

Para que um vinho, vinho espumante, vinho espumante de qualidade, aguardente vínica e vinagre de vinho obtenha uma denominação de origem (DO) ‘Madeirense’ necessita cumprir critérios como “um título alcoométrico volúmico natural mínimo de 10% vol para os vinhos brancos, tintos e rosados”, refere a SRAP. O volume baixa para os 9,5% vol “para os vinhos base para vinhos espumantes e vinhos espumantes de qualidade”.

A portaria publicada pela SRAP coloca o período de estágio para os vinhos tintos com direito a denominação de origem (DO) ‘Madeirense’ em seis meses “antes de serem engarrafados e comercializados”. Excluídos deste período estão “os vinhos brancos e rosados”.

Quanto ao selo com indicação geográfica (IG)’ Terras Madeirenses’ que pode ser utilizada nos vinhos branco, tinto e rosé ou rosado, e, ainda, pelo vinho espumante, vinho espumante de qualidade, pela aguardente vínica e vinagre de vinho, estão subjacentes critérios como “um título alcoométrico volúmico natural mínimo de 10% vol. para os vinhos brancos, tintos e rosados” e de “9,0% vol. para o vinho base para vinho espumante e vinho espumante de qualidade”, esclarece a SRAP.

Para um vinho tinto ter IG ‘Terras Madeirenses’ precisa de ser “engarrafado e comercializado após um estágio mínimo de quatro meses”, explica a SRAP. Desse período estão excluídos os vinhos obtidos “através do processo de maceração carbónica”. Os vinhos brancos e rosados “não carecem de estágio”.

 

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