A mostra inclui pintura, desenho, livro de artista, escultura, instalação, fotografia e vídeo, sendo estas últimas duas áreas centrais no percurso da coleção.
O Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, em Belém, é o palco destas zonas de transição, onde se apresentam cerca de 150 obras de artistas portugueses e de outros países de língua portuguesa, entre os quais Moçambique, Angola ou Brasil, de diferentes gerações.
A exposição assenta em duas linhas essenciais: a revisitação dos núcleos históricos que abrangem obras desde o final do século XX, onde figuram Jorge Molder e Julião Sarmento, até à produção artística dos últimos cinco anos, de que são exemplo as obras de Horácio Frutuoso e Fernão Cruz.
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