Em Portugal, 45% dos consumidores recorrem com frequência a ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa, de acordo com o estudo “O Consumidor Impulsionado pela IA: Manual de sobrevivência para marcas”.
Publicado esta quarta-feira, o relatório da LLYC e da Appinio revela que o ChatGPT assume “uma posição de liderança clara” na escolha dos utilizadores destas ferramentas, “dominando o top of mind com 60,7% das menções espontâneas”.
A utilização de IA generativa é mais expressiva na camada da população mais jovem, com 65,9% dos inquiridos – entre os 18 e os 24 anos – a confirmarem que utilizam IA de forma rotineira, seja para pesquisar, comparar informações e/ou produtos, e tomar decisões.
Segundo o documento, a “IA já ultrapassou canais históricos como fóruns (15%) e influenciadores (9,6%) como ponto inicial de pesquisa: 23,6% dos consumidores iniciam hoje a sua jornada diretamente em assistentes de IA”.
“A IA tornou-se o novo front-office das marcas. Não informa apenas: filtra, sintetiza e, em muitos casos, decide. Se uma marca não está bem representada nos modelos de linguagem, simplesmente deixa de existir no momento em que o consumidor delega a decisão”, comenta Cristina Girão, diretora de área de Marketing Solutions da LLYC, citada em comunicado.
De acordo com o relatório, a utilização de IA em Portugal está fortemente associada a tarefas técnicas como programação, sendo particularmente expressiva nas áreas da Saúde e Bem-Estar (38,7% dos consumidores usam IA neste contexto). 32,1% dos utilizadores em Portugal usam a tecnologia para reconhecer e interpretar sintomas ou procurar informação médica.
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