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Relatório Marsh: Concorrência entre seguradoras pressiona preços em baixa no final de 2025

De acordo com o Global Insurance Market Index, divulgado hoje pela Marsh Risk os preços dos seguros caíram, em média, 4% no quarto trimestre de 2025, com exceção dos EUA. Luís Rodrigues de Sousa, da Marsh Portugal, antevê que esta dinâmica de prémios mais baixos e coberturas mais abrangentes se mantenha ao longo de 2026, permitindo às empresas reforçar a resiliência dos seus programas face a riscos complexos.
4 Fevereiro 2026, 10h55

O custo dos seguros globais registou uma queda média de 4% no quarto trimestre de 2025, consolidando uma tendência de alívio para as empresas. Segundo o Global Insurance Market Index hoje publicado pela Marsh, esta é a sexta descida trimestral consecutiva, após um ciclo de sete anos de subidas.

A principal força motriz desta descida é a crescente concorrência entre seguradoras e o aumento da capacidade disponível no mercado. Além disso, um ambiente de resseguro mais favorável e um registo de perdas controlado contribuíram para que quase todas as regiões do globo — com exceção dos EUA, que estagnaram — vissem os seus prémios baixar.

Luís Rodrigues de Sousa, Líder de Placement da Marsh Portugal, antecipa que esta tendência se mantenha ao longo de 2026, permitindo às empresas reforçar a resiliência dos seus programas face a riscos complexos. “Este ano, os clientes têm a oportunidade de garantir prémios mais baixos e negociar soluções de coberturas mais abrangentes”, afirma o responsável no comunicado oficial da Marsh.

Com exceção dos EUA, onde as taxas se mantiveram estáveis, todas as regiões mundiais beneficiaram de reduções, com destaque para o Pacífico (-12%) e a região IMEA (-10%).

No detalhe por segmentos, os seguros de danos materiais lideraram as quedas com um recuo de 9%, enquanto o ramo cyber baixou 7%. Em sentido inverso, os seguros de responsabilidades subiram 4% globalmente, pressionados pelo mercado norte-americano.

A Marsh, – empresa da Marsh e líder mundial em consultoria de risco e corretagem de seguros – que conta com mais de 90.000 colaboradores e uma receita anual superior a 24 mil milhões de dólares, continua a monitorizar a evolução destes riscos para apoiar os seus clientes em 130 países.


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