Requisição civil no transporte para aeroporto de Faro não foi cumprido

O ministro do ambiente, Matos Fernandes, anunciou, esta quarta-feira, que foi registado um “caso de incumprimento da requisição civil que é o transporte de Loulé para o Aeroporto e Faro”. Sobre os serviços mínimos generalizados diz que a avaliação será feita no final do dia.

O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, disse hoje que nenhum dos seis motoristas que deviam ter feito transportes para o aeroporto de Faro compareceu ao trabalho, sendo um incumprimento “inequívoco” da requisição civil.

Matos Fernandes afirmou ainda, em conferência de imprensa no Ministério do Ambiente, em Lisboa, que seis elementos da GNR estão já a fazer o transporte para aquele aeroporto.

“A manhã começou bem até as 07:00”, disse o governante, reiterando que os serviços mínimos estavam a ser cumpridos, até às declarações do advogado do sindicato dos motoristas de matérias perigosas de que não iriam cumprir serviços mínimos hoje.

“Houve um período de quase paragem entre as 07:00 e as 10:00”, disse o ministro.

Os motoristas de matérias perigosas e de mercadorias cumprem hoje o terceiro dia de uma greve por tempo indeterminado, que levou o Governo a decretar uma requisição civil na segunda-feira à tarde, alegando incumprimento dos serviços mínimos.

Na terça-feira, o ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, disse que 14 trabalhadores não cumpriram a requisição civil decretada pelo Governo.

Hoje de manhã, o porta-voz do sindicato dos motoristas de matérias perigosas disse que os trabalhadores não vão cumprir serviços mínimos nem a requisição civil, em solidariedade para com os colegas que foram notificados por não terem trabalhado na terça-feira.

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Matos Fernandes assegurou ainda que nas últimas 24 horas se verificou apenas mais um caso “inequívoco de incumprimento” da requisição civil decretada, relativo a seis camionistas que não comparecerem no local de trabalho em Loulé, para abastecer o aeroporto de Faro.

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