A Martifer apresentou um resultado líquido de oito milhões de euros no primeiro semestre, representando uma quebra de 30% face ao período homólogo.
Contudo, os rendimentos operacionais do grupo, que ascenderam a 141 milhões de euros, cresceram 34 % em relação o mesmo semestre de 2023.
O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) do grupo detido pelos irmãos Martins e pela Mota-Engil foi de 16,3 milhões de euros. A margem é de 12% sobre o volume de negócios da empresa, que está sob uma oferta pública de aquisição (OPA) por parte da Visabeira Indústria.
A dívida líquida aumentou cerca de 54 milhões de euros face a dezembro passado, passando de um nível negativo em 22 milhões de euros para 32 milhões, ” em linha com o ambicioso plano de CAPEX em curso e a normalização das rubricas de Fundo de Maneio quando comparadas com o exercício de 2024″, lê-se no comunicado dos resultados publicados esta sexta-feira na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
O volume de negócios gerado fora de Portugal e as exportações ascendem a 67 % do Volume de Negócios total do Grupo.
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