Resultado operacional do grupo Bel cresce 26%

Grupo Bel, segundo maior acionista do Jornal Económico, fechou o ano de 2018 com receitas consolidadas de 209 milhões de euros.

O grupo BEL, segundo maior acionista da Megafin – proprietária do Jornal Económico – fechou o ano de 2018 com um lucro antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) de 5,8 milhões de euros, mais 26% que no exercício anterior.

O grupo liderado por Marco Belo Galinha, que detém 19% da Megafin, emprega agora 405 colaboradores, mais meia centena do que no ano anterior. Está presente nos setores da distribuição de tabaco, bebidas e outros produtos, bem como na indústria, imobiliário, tecnologia e mobilidade “verde”. A máquina de café Futurete (na foto), é um dos equipamentos fabricados pelo grupo.

Em 2018, as vendas consolidadas ascenderam a 209 milhões de euros, mais um milhão que no exercício anterior, com o crescimento das vendas a ser limitado pelos fatores climatéricos adversos que se fizeram sentir durante o primeiro semestre. Por sua vez, o resultado líquido consolidado fixou-se em 1,9 milhões de euros.

Grupo aposta nos media, com entrada no Jornal Económico

O grupo está ainda presente noutras empresas que não entram no seu perímetro de consolidação, como a Active Space, que opera no setor aeroespacial. No total, a faturação anual das empresas participadas pelo grupo ascende a cerca de 300 milhões de euros. Em novembro, o grupo Bel assinou um acordo de compra de 19% de capital da Megafin, com uma opção de compra que lhe permitirá reforçar para 35%. O empresário Luís Figueiredo Trindade permanecerá o maior acionista da Megafin, com o controlo de mais de metade do capital.

Para o grupo Bel, a entrada na Megafin visou “reforçar o seu universo empresarial na vertente de comunicação digital, potenciando, assim, novas competências em todas as áreas do grupo”.

“Esta aquisição vai proporcionar novas sinergias entre as suas empresas, nomeadamente com o seu centro de inovação, criado em 2015, onde colaboram cerca de 110 engenheiros juntamente com as restantes empresas do grupo”, acrescentou, frisando que o investimento nos media “deve ser equacionado não só como uma importante oportunidade, mas principalmente como uma estratégia de auxiliar uma área que merece a confiança do investidor pela reputada capacidade dos quadros profissionais que a preenchem”.

 

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