Fonte oficial da central sindical acrescentou à “Agência Lusa”o adiamento deveu-se a “motivos de agenda”.
A CGTP tinha pedido em 15 de dezembro uma reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, reafirmando a exigência de retirar o pacote laboral, expressa, “de forma inequívoca”, na greve geral de 11 de dezembro.
A reunião estava marcada para 7 de janeiro, tendo sido remarcada para 14 de janeiro, mas novamente adiada, estando agora prevista para 20 de janeiro pelas 15:30.
No encontro, deverá também estar presente a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho.
Em declarações à Lusa, o secretário-geral da CGTP disse que o Governo “tem que ouvir a maioria” e espera que, na reunião com o primeiro-ministro, seja dada uma “resposta” à exigência de retirada do pacote laboral. Tiago Oliveira afirmou que a reunião não será para “negociar seja o que for”, mas “para exigir do Governo uma resposta”.
“O Governo tem que ouvir a maioria. E a maioria pronunciou-se contra o pacote laboral”, sublinhou.
A ministra do Trabalho tem vindo a reiterar que a CGTP se tem colocado à margem das negociações, enquanto a central sindical rejeita as críticas, indicando que o Governo não acolheu qualquer das suas propostas e “bloqueou” a discussão.
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