Revive: Conhecidos mais 13 imóveis públicos que o Governo vai concessionar a privados

São conhecidos mais 13 imóveis públicos abrangidos pelo programa “Revive” que abre o património do Estado ao investimento privado para desenvolvimento de projetos turísticos no âmbito de uma concessão que se estende no tempo.

Acabam de ser divulgados mais 13 imóveis que fazem parte do programa ‘Revive’, uma iniciativa conjunta dos Ministérios da Economia, da Cultura e das Finanças, onde se pretende que o investimento privado ajude no desenvolvimento de projectos turísticos no âmbito de uma concessão que se estende no tempo.

Uma notícia avançada pelo Diário Imobiliário e que vem juntar os nomes dos novos 13 edifícios aos primeiros 11 que constavam no site do Revive.

No total, serão 30 os imóveis abrangidos pelo ‘Revive’, ficando assim a faltar seis imóveis para finalizar a lista. Uma lista que tem sido alvo de estudo e análise técnica e à qual o Governo não a dá ainda por fechada.

Assim, aos já anunciados: Convento de S. Paulo (Elvas); o Castelo de Vila Nova de Cerveira (Viana do Castelo); a Fortaleza de Peniche (Leiria) e o Mosteiro de S. Salvador de Travanca (Amarante); o Mosteiro de Arouca (Aveiro); Mosteiro de Santa Clara-a-Nova (Coimbra); Pavilhões do Parque D. Carlos I (Caldas da Rainha); Paço Real de Caxias (Oeiras); Forte do Guincho (Cascais); Castelo de Portalegre (Portalegre); e a Quinta do Paço de Valverde (Évora).

Juntam-se agora: o Forte de S. Roque da Meia-Praia (Lagos), o Convento de Santo António dos Capuchos (Leiria), a Fortaleza de Juromenha (Alandroal), o Convento de São Bernardino (Peniche), o Quartel da Graça em Lisboa, o Forte do Rato (Tavira), o Forte de Nossa Senhora das Salvas (Sines), o Forte da Praia da Ilha do Pessegueiro (Sines), uma das alas do edificado no terreiro do Cabo Espichel (Sesimbra), o Mosteiro de Lorvão (Penacova), o Forte da Barra na Gafanha (Aveiro), o Colégio de São Fiel em Louriçal do Campo (Castelo Branco), e parte do edifício da Alfandega do Porto…

O Governo garante que as “condições dos concursos assegurarão a salvaguarda do património classificado e a adequação do tipo de exploração às necessidades de desenvolvimento de cada região”. Para esse efeito, o Turismo de Portugal vai promover o lançamento de um instrumento financeiro específico no valor de 150 milhões de euros destinado a alavancar o investimento relativamente a todo o projecto.

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