A Revolut duplicou o tamanho do quadro de pessoal de Crime Financeiro (FinCrime) para combater a crescente ameaça a de fraude financeira. A fintech reconhece o papel crítico da inteligência humana na deteção e prevenção de fraudes, juntamente com a tecnologia de ponta e a inteligência artificial.
A empresa diz ter recebido mais de 77 mil candidaturas para funções na sua equipa de combate ao Crime Financeiro e contiunar a apostar na formação contínua, especialistas em crime financeiro vindos de instituições financeiras como a NatWest, TSB, Klarna, EY e MUFG.
Um terço da força de trabalho da Revolut agora é dedicada ao combate ao crime financeiro, com mais de 2.500 especialistas em Crime Financeiro em seis mercados, abrangendo funções-chave como desenvolvimento de produtos, ciência de dados, apoio ao cliente, operações e combate ao branqueamento de capitais.
“O investimento contínuo da empresa em proteção contra fraudes está a revelar-se um sucesso, tendo conseguido evitar que mais de 200 milhões de libras fossem perdidas em esquemas fraudulentos nos últimos 12 meses”, salienta.
Segundo a Revolut, o número de fraudes que têm início nas plataformas de redes sociais duplicou, lugar onde também comçema dois terços de todas as fraudes que envolvem a empresa.
“Em resposta a esta ameaça, que causou que mais de 50 mil milhões de euros fossem perdidos devido a fraudes a nível mundial em 2021, de acordo com dados da GASA (Global Anti-Scam Alliance), a Revolut está a investir em talentos de topo para combater a fraude”, informa a super app financeira global com mais de 35 milhões de clientes em todo o mundo, em comunicado enviado às redações.
Também em Portugal se verifica um aumento de fraudes e burlas. Dados de um estudo recente encomendado pela Revolut e realizado pela Dynata indicam que 86% dos consumidores portugueses já se aperceberam do aumento de fraudes e burlas online, sendo que 35% admitiram ter sido vítimas no último ano e 37% conhecem alguém que o tenha sido.
“Na Revolut, estamos concentrados numa abordagem holística e baseada em dados para a proteção dos clientes, que reúne tecnologia líder do setor, especialistas em fraude de topo e novas formas de educar os nossos clientes sobre como se protegerem contra as fraudes”, salienta Aaron Elliot Gross, Head of FinCrime da Revolut.
“Para nos mantermos na vanguarda, estamos empenhados em investir em talentos de topo neste domínio, incluindo profissionais especializados na luta contra o crime financeiro, cientistas de dados talentosos e pessoal de primeira linha para prestar apoio aos clientes que sejam vítimas de fraude. Continuamos também a investir em tecnologia de ponta de inteligência artificial para detetar atividades de pagamento invulgares e proteger os nossos clientes”, aponta o responsável pela área.
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