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Ricardo Costa, chairman do Grupo Bernardo da Costa: “A felicidade deve ser encarada como uma estratégia de negócio”

Quando em 2017 criou o departamento da Felicidade no Grupo Bernardo da Costa chamaram-lhe louco. A verdade é que Ricardo Costa, chairman da empresa, e um dos líderes nacionais mais reconhecidos no tema das boas práticas no trabalho, acabou por ter razão.
29 Dezembro 2024, 09h00

O Grupo estima fechar o ano com uma faturação de 80 milhões de euros, um crescimento de 15% face ao período homólogo. “A felicidade deve ser encarada como uma estratégia de negócio e é lucrativa. Quando os colaboradores se sentem valorizados e trabalham em ambientes saudáveis, liderados de forma humanizada, o resultado é um aumento significativo na produtividade”, diz ao JE.

No início, o departamento era focado num programa de benefícios, mas a experiência mostrou-lhe que se deveria focar-se mais na individualidade, como a flexibilidade de horários, prémios, teletrabalho ou trabalho híbrido. “A minha visão pessoal como gestor está profundamente alinhada com o propósito da organização.

Além disso, o meu foco na responsabilidade social e no desenvolvimento sustentável é coerente com a missão da empresa em contribuir positivamente para a sociedade”, explica o gestor, um dos portugueses com mais seguidores no LinkedIn (mais de 190 mil), depois de António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas.

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