O Grupo estima fechar o ano com uma faturação de 80 milhões de euros, um crescimento de 15% face ao período homólogo. “A felicidade deve ser encarada como uma estratégia de negócio e é lucrativa. Quando os colaboradores se sentem valorizados e trabalham em ambientes saudáveis, liderados de forma humanizada, o resultado é um aumento significativo na produtividade”, diz ao JE.
No início, o departamento era focado num programa de benefícios, mas a experiência mostrou-lhe que se deveria focar-se mais na individualidade, como a flexibilidade de horários, prémios, teletrabalho ou trabalho híbrido. “A minha visão pessoal como gestor está profundamente alinhada com o propósito da organização.
Além disso, o meu foco na responsabilidade social e no desenvolvimento sustentável é coerente com a missão da empresa em contribuir positivamente para a sociedade”, explica o gestor, um dos portugueses com mais seguidores no LinkedIn (mais de 190 mil), depois de António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas.
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