Seguradora Fidelidade entra no mercado chileno

Com esta entrada no Chilea Fidelidade vai também apostar em alianças com parceiros estratégicos locais, alavancadas numa rede ampla de corretores e grandes retalhistas e de bancassurance, apostando numa qualidade de serviço superior com o objetivo de proporcionar o melhor serviço aos clientes.

A seguradora Fidelidade reforçou a sua posição no mercado latino-americano com a entrada no Chile, através da abertura da Fid Chile, revelou a empresa nacional em comunicado esta sexta-feira, 6 de dezembro.

A Fidelidade já havia aquidirido a posição de controlo da empresa peruana La Positiva, no início deste ano, além das operações que a companhia já detém na Bolívia e no Paraguai. A estratégia da Fid Chile vai incidir, num primeiro momento, nas cidades chilenas Santiago, Viña del Mar, La Serena e Valdivia, disponibilizando uma oferta abrangente e personalizada com enfoque nas áreas de Proteção Automóvel e Proteção Casa (incluindo Incêndio e Terramoto), com recurso a uma equipa de 60 profissionais.

No Chile a Fidelidade vai também apostar em alianças com parceiros estratégicos locais, alavancadas numa rede ampla de corretores e grandes retalhistas e de bancassurance, apostando numa qualidade de serviço superior com o objetivo de proporcionar o melhor serviço aos clientes chilenos.

Jorge Magalhães Correia, Presidente do Grupo Fidelidade sublinha que “a entrada da Fidelidade em mais um país Latino-Americano consolida a estratégia de internacionalização da Companhia, que tem procurando expandir a sua atuação junto de mercados emergentes e com potencial de crescimento no setor segurador”.

O mercado chileno de seguros tem uma dimensão similar ao mercado português, sendo que anualmente são emitidos cerca de 13 mil milhões de dólares em prémios, dos quais 3,9 mil milhões de dólares correspondem ao mercado não Vida (dados de 2017).

Recomendadas

BNI Europa agravou prejuízos para 6,6 milhões de euros até junho

O ativo líquido total era em junho passado de 351,5 milhões de euros, neste caso menos 66,5 milhões de euros face a junho de 2019.

Banco de Portugal obriga financeiras em regime de livre prestação de serviços a reporte

Centenas as instituições estão registadas em Portugal como instituições de crédito da União Europeia em regime de livre prestação de serviços e entidades de moeda eletrónica com sede na Europa em regime de livre prestação de serviços, caso dos bancos digitais N26, Openbank ou Revolut.

Novo Banco quer vender 1.200 milhões de euros em créditos problemáticos até fim do ano

O Novo Banco quer vender 1.200 milhões de euros em crédito malparado até ao final do ano, segundo disse o presidente executivo, António Ramalho, à agência de informação financeira Bloomberg.
Comentários