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Seguradoras receberam 30 mil participações devido a tempestade

A zona centro do país foi a região mais afetada, com destruição de casas, fábricas e outras estruturas. Seguradoras reforçam equipas no terreno para fazer peritagens.
8 Fevereiro 2026, 12h00

A tempestade Kristin atravessou o território nacional com ventos fortes e chuva intensa, deixando um rasto de destruição em várias regiões do país, onde a queda de árvores, estruturas e a destruição de casas e fábricas causaram avultados danos materiais. Embora ainda não existam números finais, os prejuízos já identificados deverão traduzir-se numa fatura de vários milhões de euros e, até ao momento, saldou-se em mais de 30 mil participações, avançou ao JE o presidente da Presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS).

“Temos neste momento cerca de 30 mil participações e estão equipas reforçadas no terreno a fazer peritagens”, revelou José Galamba de Oliveira, confirmando que em resposta às ocorrências registadas, as equipas das empresas de seguros estão no terreno a avaliar os prejuízos e a ajudar os clientes afetados a recuperar rapidamente a normalidade das suas vidas, tendo desencadeado os procedimentos habitualmente adotados nestas situações.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o artigo completo. Edição do Jornal Económico de 6 de fevereiro.


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