Sete distritos sob aviso laranja no fim de semana devido à agitação marítima

Em Viana do Castelo, Braga e Porto o aviso amarelo de vento vai estar em vigor entre as 21:00 de hoje e as 03:00 de sábado. Em Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda e Castelo Branco estará em vigor entre as 00:00 e as 06:00 de sábado.

José Coelho/Lusa

Sete distritos do continente vão estar no fim de semana sob aviso laranja devido à previsão de agitação marítima com ondas de noroeste com 5 a 6 metros, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa vão estar sob aviso laranja entre as 12:00 de sábado e as 06:00 de domingo, passando depois a amarelo (até às 15:00 de domingo).

O IPMA colocou também os distritos Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real Bragança, Viseu, Guarda e Castelo Branco sob aviso amarelo devido à previsão de vento forte de sudoeste com rajadas até 90 quilómetros por hora (km/h) nas terras altas, rodando para oeste.

Em Viana do Castelo, Braga e Porto o aviso amarelo de vento vai estar em vigor entre as 21:00 de hoje e as 03:00 de sábado. Em Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda e Castelo Branco estará em vigor entre as 00:00 e as 06:00 de sábado.

O IPMA emitiu ainda aviso amarelo para Viana do Castelo, Braga e Porto devido à previsão de períodos de chuva, por vezes forte, entre as 21:00 de hoje e as 03:00 de sábado.

O aviso laranja indica situação meteorológica de risco moderado a elevado e o amarelo é emitido pelo IPMA sempre que existe risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O IPMA prevê para hoje nas regiões norte e centro do continente céu em geral muito nublado e períodos de chuva em geral fraca a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, aumentando de intensidade a partir da tarde e estendendo-se gradualmente à restante região Centro, sendo por vezes forte no Minho e Douro Litoral no final do dia.

A previsão aponta também para vento fraco a moderado de sul/sudoeste, tornando-se moderado a forte no litoral a norte do Cabo Carvoeiro a partir do final da tarde, com rajadas até 75 km/h a norte do Cabo Mondego no final do dia.

Nas terras altas, aguarda-se vento moderado a forte de sudoeste, tornando-se forte a partir da tarde, com rajadas até 100 km/h no final do dia.

Está ainda previsto neblina ou nevoeiro e pequena descida da temperatura máxima nas regiões do interior.

Na região sul é esperado céu em geral muito nublado, diminuindo temporariamente de nebulosidade no Baixo Alentejo e Algarve durante a tarde e possibilidade de ocorrência de períodos de chuva fraca no Alentejo no final do dia.

O IPMA prevê ainda vento fraco, tornando-se, a partir do final da tarde, fraco a moderado) de sudoeste e moderado a forte nas terras altas, neblina ou nevoeiro e pequena descida da temperatura máxima.

As temperaturas mínimas no continente vão oscilar entre os 7 graus Celsius (na Guarda) e os 13 (em Coimbra, Braga, Aveiro e Portalegre) e as máximas entre os 13 (na Guarda) e os 17 (em Lisboa, Faro, Santarém e Leiria).

Ler mais
Recomendadas

Técnicos de emergência pré-hospitalar vão pedir esclarecimentos ao INEM sobre formação

“O presidente do INEM anda há cinco anos a dizer que não tem médicos para dar formação aos TEPH [técnicos de emergência pré-hospitalar]. Vamos ainda hoje endereçar um pedido de esclarecimento sobre como pretende formar estes TEPH e em quanto tempo os prevê formar”, disse Rui Lázaro, do STEPH, em declarações à Lusa.

Presidência UE: Von der Leyen “saúda calorosamente” acordo sobre Lei Europeia do Clima

A presidente da Comissão Europeia reagia assim ao acordo provisório alcançado sobre a Lei Europeia do Clima, que estabelece uma meta vinculativa de redução de emissões de CO2 para 2030 e o objetivo de atingir a neutralidade carbónica até 2050, além de introduzir uma nova meta intermediária para 2040 cujo valor ainda será estipulado.

Clima: Associação Zero com poucas esperanças na cimeira dos EUA

“Para não aumentarmos mais de 1,5 graus Celsius em relação à era pré-industrial, precisamos de reduzir as emissões mundiais em 45% entre 2010 e 2030”, mas com as novas NDC “o decréscimo é de apenas 0,5% em relação aos 45% necessários”, diz a Zero, notando que esta contabilização envolve apenas os países que já revelaram os seus compromissos, faltando “países chave”.
Comentários