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Setor agroalimentar não quer cinco mil milhões de euros “guardados na gaveta”

Gonçalo Santos Andrade, presidente da Portugal Fresh, diz ao JE que o investimento do programa ‘Água que Une’ não pode ser só uma ambição, “Há uma perspetiva de crescimento e procura de frutas e legumes muito acentuada”, afirmou ao JE, à margem da feira ‘Fruit Attraction’, que decorreu em Madrid entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro.
14 Outubro 2025, 07h00

O investimento de cinco mil milhões de euros lançado pelo Governo em março de 2025, designado por ‘Água que Une’, “não pode ser mais um dossiê deixado na gaveta”, alerta Gonçalo Andrade, presidente da associação Portugal Fresh, em declarações ao JE, à margem da Fruit Attraction, evento que acontece desde 2009, em Madrid e cuja edição de 2025 decorreu entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, tendo contado com a participação de 50 entidades portuguesas entre produtores e associações.

Gonçalo Andrade diz que “esse investimento não pode ser apenas uma ambição”, até porque o setor quer continuar a aumentar o seu volume de negócios, no mercado interno e externo.

“Neste momento o mundo tem 8,2 mil milhões de consumidores. Em 2030 terá 8,5 mil milhões e em 2037 terá 9 mil milhões. Há uma perspetiva de crescimento, de procura de frutas e legumes muito acentuada”, refere.

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