Sindicato da Agricultura assina revisão do Contrato Coletivo de Trabalho com a CAP

O SETAAB – Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Agricultura, Floresta, Pesca, Turismo, Indústria Alimentar, Bebidas e Afinse a CAP (Confederação dos Agricultores de Portugal) assinaram hoje a revisão do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) que regula as relações laborais no setor agrícola.

Reuters

O SETAAB – Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Agricultura, Floresta, Pesca, Turismo, Indústria Alimentar, Bebidas e Afinse a CAP (Confederação dos Agricultores de Portugal) assinaram hoje a revisão do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) que regula as relações laborais no setor agrícola.

Em comunicado o sindicato diz que as partes estiveram representadas por Joaquim Venâncio presidente do Sindicato e por Eduardo de Sousa e Luís Mira, respectivamente, Presidente e Secretário Geral da Confederação Empresarial.

Este Contrato Coletivo de Trabalho “constitui um passo importante no fortalecimento das relações e do diálogo bilaterais, com o SETAAB a manter um papel pioneiro na promoção da contratação colectiva e na regulação e reforço das condições de trabalho da generalidade dos trabalhadores que fazem parte deste importante setor da nossa atividade económica”, diz o sindicato.

Na cerimónia de assinatura esteve presente a UGT que se fez representar pelo seu Secretário-geral Adjunto, Sérgio Monte, e o Secretário Executivo, Luís Costa.

Recomendadas

Ministro do Planeamento: Governo quer ter 100% do Portugal 2020 aprovado até ao fim do ano e uma execução de 50%

Nelson de Souza revelou em entrevista à Antena1/Negócios que as aprovações em curso, ao longo de 2019, dos fundos de coesão – sem contar com a agricultura – vão corresponder a um total de 5 mil milhões de euros.

Agência Espacial: Portugal pretende multiplicar negócios por dez até 2030

Acabada de criar, a Agência Espacial Portuguesa é vista pelo ministro da Ciência, Manuel Heitor, como a força capaz de criar mil empregos e gerar uma faturação de 400 milhões de euros até ao fim da próxima década.

Conclusões de Tancos vão ditar futuro da PJ Militar

Alegado envolvimento e comprometimento da investigação a Tancos pela PJ Militar desagrada a todos os partidos. Deputados aguardam encerramento da comissão de inquérito para proporem mudanças. Existência dessa entidade pode ser reconsiderada.
Comentários