Sismos, incêndios e tempestades fustigam o país, mas a maioria dos edifícios mantém apenas o seguro obrigatório de incêndio, deixando o património em risco, disse, esta sexta-feira, a APEGAC (Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e Administração de Condomínios).
Nesse sentido, a associação alerta que a grande maioria dos condomínios portugueses não possui um seguro multirriscos completo, expondo os proprietários a prejuízos potencialmente catastróficos.
No que diz respeito aos sismos, a APEGAC sulinha que desde fevereiro de 2025, Lisboa já sentiu três abalos significativos. No entanto, estima-se que menos de 20% das habitações tenham cobertura contra riscos sísmicos.
Além disso, “a recente passagem da Tempestade Kristin, com ventos fortes e chuvas intensas, provocou danos generalizados em telhados e fachadas por todo o país”, diz a associação.
O presidente da APEGAC, Vítor Amaral, defende a urgência do seguro multirriscos coletivo: “A grande maioria dos condomínios não possui proteção completa. Um seguro multirriscos coletivo garante a proteção do património, assegura a estabilidade financeira dos moradores e simplifica a gestão do edifício”.
Tagus Park – Edifício Tecnologia 4.1
Avenida Professor Doutor Cavaco Silva, nº 71 a 74
2740-122 – Porto Salvo, Portugal
online@medianove.com