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Sismos, incêndios e tempestades: Maioria dos condomínios sem proteção completa, alerta APEGAC

A associação alerta que a grande maioria dos condomínios portugueses não possui um seguro multirriscos completo, expondo os proprietários a prejuízos potencialmente catastróficos.
20 Fevereiro 2026, 16h00

Sismos, incêndios e tempestades fustigam o país, mas a maioria dos edifícios mantém apenas o seguro obrigatório de incêndio, deixando o património em risco, disse, esta sexta-feira, a APEGAC (Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e Administração de Condomínios).

Nesse sentido, a associação alerta que a grande maioria dos condomínios portugueses não possui um seguro multirriscos completo, expondo os proprietários a prejuízos potencialmente catastróficos.

O parque habitacional tem enfrentado uma sequência negra de eventos: Só entre janeiro e agosto de 2025, registaram-se mais de 7.000 incêndios, que consumiram cerca de 254 mil hectares, com especial gravidade nas regiões Norte e Centro.

No que diz respeito aos sismos, a APEGAC sulinha que desde fevereiro de 2025, Lisboa já sentiu três abalos significativos. No entanto, estima-se que menos de 20% das habitações tenham cobertura contra riscos sísmicos.

Além disso, “a recente passagem da Tempestade Kristin, com ventos fortes e chuvas intensas, provocou danos generalizados em telhados e fachadas por todo o país”, diz a associação.

O presidente da APEGAC, Vítor Amaral, defende a urgência do seguro multirriscos coletivo: “A grande maioria dos condomínios não possui proteção completa. Um seguro multirriscos coletivo garante a proteção do património, assegura a estabilidade financeira dos moradores e simplifica a gestão do edifício”.


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