“Soldado do futuro”. Governo vai investir 171 milhões de euros em equipamento militar

O maior esforço financeiro na preparação do “soldado do futuro” deverá notar-se entre os anos de 2019 e 2022, quando estão previstos gastos de 74,8 milhões de euros,

O Governo vai investir cerca de 171 milhões de euros na compra de equipamento militar para o chamado “soldado do futuro”, tal como está previsto na Lei de Programação Militar para o período entre 2019 e 2030, noticia o “Correio da Manhã” esta quinta-feira.

A nova lei de compras para as forças armadas prevê a medida de “Proteção e Sobrevivência da Força Terrestre” e tem por objetivo criar mais condições de sobrevivência aos militares em cenário de operações de risco.  Assim, a verba destina-se à aquisição de uniformes, material de proteção e sistemas de comunicação.

Entre o material previsto para aquisição estão capacetes balísticos, óculos de proteção, proteção maxilofacial, colete balístico, cotoveleiras de kevlar, luvas de proteção, relógio ou monitor fisiológico no pulso e espingarda automática.

O maior esforço financeiro na preparação do “soldado do futuro” deverá notar-se entre os anos de 2019 e 2022, quando estão previstos gastos de 74,8 milhões de euros, do ‘bolo’ de 171 milhões, na compra de equipamentos.

Recomendadas

Jerónimo de Sousa: “Caiu por terra a teoria de que estamos todos no mesmo barco”

O secretário-geral do PCP diz que “a ilusão de que vai tudo ficar bem” “caiu por terra” com a pandemia e o encerramento de unidades educativas e critica “a medida do Governo de levar os estudantes do ensino profissional a terem de realizar uma autêntica volta pelo país para fazerem exames para os quais não foram preparados, para concorrer a meia dúzia de vagas”.

Bloco de Esquerda rejeita existência de “paraministros”

O partido diz que só negoceia com membros do Governo, depois de vir a público que o gestor da petrolífera Partex António Costa Silva “tornou-se uma espécie de ‘paraministro’”.

PremiumPS quer adiar debate sobre financiamento partidário

Propostas de alteração à Lei de Financiamento dos Partidos já receberam parecer favorável, mas PS diz que debate não é prioritário. PSD lembra que autárquicas estão próximas e recusa atrasar processo.
Comentários