SRS e DLA Piper assessoram investimento de 7,7 milhões de euros na startup Codacy

Os dois escritório de advogados apoiaram a operação de financiamento à empresa ligada ao desenvolvimento de software.

A SRS Advogados assessorou juridicamente a sociedade de capital de risco Join Capital Partners, numa recente operação de financiamento que liderou, de 7,7 milhões de euros, à Codacy. Por sua vez, a startup portuguesa foi apoiada a nível legal pela DLA Piper, através dos seus advogados João Costa Quinta (sócio) e Jorge Serrote (associado sénior).

A transação envolveu a negociação de contratos de investimentos e de acordo parassocial e auditoria legal. Neste trabalho, a equipa do escritório de Pedro Rebelo de Sousa foi coordenada pelo sócio Paulo Bandeira, contando ainda com o trabalho das associadas Inês Maltez Fernandes e Solange Fernandes.

A Codacy, com sede em Lisboa, desenvolveu uma plataforma para automatizar o processo de revisão de código e padronizar a qualidade do software nas empresas, arrecadou este montante numa ronda que contou também a participação da EQT Ventures, Armilar Venture Partners, Faber Ventures e Caixa Capital.

Fundada em 2014 por Jaime Jorge (CEO) e João Caxaria (CTO), a Coday pretende colmatar lacunas de produtividade que atrasam o lançamento de produtos e o trabalho dos programadores. No ano passado, a Codacy abriu uma sede em Nova Iorque. Agora, com este montante, pretende expandir o produto e acelerar iniciativas comerciais.

“As grandes empresas, que empregam milhares de developers em todo o mundo, estão a procurar maneiras de permitir que as suas equipas de engenharia se tornem mais produtivas e previsíveis. Com estimativas que mostram que cerca de 42% do tempo dos developers é gasto na manutenção de código, estamos a observar uma procura massiva por padronização da qualidade no ciclo de desenvolvimento”, afirma o CEO da Codacy.

Notícia atualizada a 15-10-2019

Ler mais
Recomendadas

PremiumAna Gomes: “Fundo de Recuperação é a oportunidade para a União Europeia se reinventar”

Webinar organizado pela Antas da Cunha ECIJA e pelo JE debateu as tensões internas na Europa que travam a integração. Decisão do Tribunal Constitucional alemão centrou as atenções do painel.

Procura-se política fiscal

Porque não ampliar transitoriamente a isenção de IRC para perdões de dívida e dações em pagamento, previstas no CIRE, a operações de reestruturação de dívida fora desse quadro processual, insuficientemente ágil e formal?

CCA escolhe mais um parceiro tecnológico: “Esperamos que gerem elevados ganhos de eficiência”

Jorge Machado, ‘managing director’ da sociedade, explica que “uma das plataformas tem a capacidade de aprender com as rotinas de trabalho do advogado” e, depois, de lhe sugerir “o que fazer com base nessa autoaprendizagem”.
Comentários