Premium‘Suspense’ sobre nova concessão e entrada do Estado deixam CTT sem destino certo

Negociação do OE2021 recolocou na agenda a entrada do Estado, numa altura em que a concessão do serviço postal chega ao fim e renovação não está garantida. Empresa está ‘refém’, alertam analistas.

A pouco mais de um mês para o fim do contrato de concessão do serviço postal universal prestado pelos CTT – Correios de Portugal, tudo leva a crer que 1 de janeiro de 2021 irá chegar sem se conhecer o futuro deste serviço público e do seu prestador. Os Correios nunca esconderam que querem manter-se incumbentes do serviço, ainda que mediante uma revisão profunda ao atual contrato. A bola está do lado do Governo, mas a tutela recusa-se a abrir o jogo.

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Estas três associações empresariais apoiam-se num estudo desenvolvido por equipas do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto e da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, em colaboração com o Instituto Ricardo Jorge e a ARS – Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, que, no seu entender, deixa claro que a frequência de restaurantes, lojas e centros comerciais não parece estar associada a uma maior probabilidade de contrair o novo coronavírus”, citando uma afirmação do documento: “estar exposto a centros comerciais e a restauração é mais frequente entre aqueles que não desenvolveram a infeção”.

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