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Tarifas: Empresas portuguesas têm de manter aposta no mercado americano, diz Governo

“Independentemente do que acontecer, e esperamos que seja vantajoso para a Europa enquanto bloco, o mercado americano é um mercado que as empresas portuguesas devem continuar a olhar com atenção”, afirmou o governante em declarações aos jornalistas à margem de uma visita à comitiva portuguesa que, desde domingo até terça-feira, participa na feira de calçado Micam, em Milão, Itália.
23 Fevereiro 2026, 11h58

O secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, defendeu, esta segunda-feira, em Milão que as empresas portuguesas têm de continuar focadas no mercado americano, independentemente dos desenvolvimentos que venham a ocorrer ao nível das tarifas.

“Independentemente do que acontecer, e esperamos que seja vantajoso para a Europa enquanto bloco, o mercado americano é um mercado que as empresas portuguesas devem continuar a olhar com atenção”, afirmou o governante em declarações aos jornalistas à margem de uma visita à comitiva portuguesa que, desde domingo até terça-feira, participa na feira de calçado Micam, em Milão, Itália.

Isto porque, salientou, o ‘mix’ de produtos que Portugal tipicamente exporta para os Estados Unidos “é onde está, muitas vezes, a rentabilidade e o valor acrescentado”.

O Presidente norte-americano anunciou no sábado que a nova tarifa alfandegária global vai aumentar de 10% para 15% “com efeito imediato”, após o Supremo Tribunal ter considerado ilegais grande parte das taxas que havia imposto.

“Como Presidente dos Estados Unidos da América, vou aumentar com efeito imediato os direitos aduaneiros globais de 10% (…) para o nível totalmente autorizado […] de 15%”, escreveu Donald Trump na sua rede social Truth Social.

 


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