Taxas Euribor caem a três, seis e 12 meses

A Euribor a três meses recuou hoje, para -0,403%, menos 0,001 pontos, contra -0,161% em 23 de abril, um máximo desde pelo menos janeiro de 2015, e o atual mínimo de sempre, de -0,489%, registado em 12 de março.No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também desceu hoje ao ser fixada em -0,199%, menos 0,011 pontos, contra -0,053% em 22 de abril, um máximo desde pelo menos janeiro de 2015, e o atual mínimo, de -0,399%, em 21 de agosto de 2019.

As taxas Euribor desceram esta sexta-feira a três, seis e a 12 meses em relação a ontem.

A taxa Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação, caiu hoje para -0,283%, menos 0,015 pontos do que na quarta-feira, contra o atual máximo desde pelo menos janeiro de 2015, de -0,114%, verificado pela primeira vez em 23 de abril, e o atual mínimo de sempre, de -0,448%, em 03 de setembro de 2019.

A Euribor a três meses recuou hoje, para -0,403%, menos 0,001 pontos, contra -0,161% em 23 de abril, um máximo desde pelo menos janeiro de 2015, e o atual mínimo de sempre, de -0,489%, registado em 12 de março.

No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também desceu hoje ao ser fixada em -0,199%, menos 0,011 pontos, contra -0,053% em 22 de abril, um máximo desde pelo menos janeiro de 2015, e o atual mínimo, de -0,399%, em 21 de agosto de 2019.

A evolução das taxas de juro Euribor está intimamente ligada às subidas ou descidas das taxas de juro diretoras do Banco Central Europeu (BCE).

As taxas Euribor a três, a seis e a 12 meses entraram em terreno negativo em 2015, em 21 de abril, 06 de novembro e 05 de fevereiro, respetivamente.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 57 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

Ler mais

Recomendadas

Governo anuncia linha de crédito de 50 milhões para microempresas de gestão de eventos

Os 50 milhões de euros foram anunciados pelo ministro da Economia no Parlamento, num exemplo de uma das áreas que, não sendo óbvia, enfrenta enormes dificuldades por orbitar em torno de um setor muito condicionado pela pandemia, o turismo. 20% dos 50 milhões de euros desta linha poderá passar a fundo perdido caso empresas mantenham o emprego no próximo ano.

Fórum para a Competitividade prevê queda do PIB até 12% este ano

Para o próximo ano, a entidade liderada por Pedro Ferraz da Costa antevê uma recuperação do PIB entre 5% e 6%.

UTAO prevê que medidas previstas pelo Governo tenham impacto menor no défice 

“O contributo direto das novas medidas permanentes para o saldo orçamental de 2021 ascende a –499,3 ME. No relatório do MF [Ministério das Finanças] este contributo mede –1.947,0 milhões de euros”, pode ler-se no documento divulgado esta quinta-feira.
Comentários