“Temos todos de olhar para o turismo náutico de luxo”, afirma diretor de comunicação da Volvo Ocean Race

O conferencista deixou ainda um reparo sobre o facto de a Quinta do Lorde, na Madeira, não ter locais para amarração de barcos. “Ver aquilo vazio custa-me imenso”, e lembra que a Associação Regional de Vela tem ferramentas para poder tornar isso possível.

“Temos todos de olhar para o turismo náutico de luxo”, afirmou o diretor de comunicação da Volvo Ocean Race, Rodrigo Moreira Rato, referindo que a indústria de cruzeiros gera impacto económico na ordem dos 57 euros por dia, no continente, sendo que este valor é relativamente mais alto na Madeira, na casa dos 70 euros.

Rodrigo Moreira Rato esteve presente na XIII Conferência Anual do Turismo da Ordem dos Economistas da Madeira, que se realizou esta sexta-feira no Centro de Congressos da Madeira, num painel onde se debatia o posicionamento do destino Madeira.

“A forma de nós recebermos quem nos visita é crucial”, sublinha Rodrigo Moreira Rato, salientando a forma como os portugueses e nomeadamente os madeirenses sabem receber os visitantes. Sobre este assunto, o diretor comercial da Volvo Ocean Race destacou um publicação do Presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, que dava conta da presença de uma embarcação, que tinha ganhado um prémio de design, no porto do Funchal.

Relativamente à dificuldade de se conseguir chegar ao mercado dos Estados Unidos, tema amplamente abordado durante a conferência, Rodrigo Moreira Rato frisou que com o evento da Volvo Ocean Race, uma regata que dá a volta ao mundo, foi possível ter visualização de cerca de 11% nos Estados Unidos.

O conferencista deixou ainda um reparo sobre o facto de a Quinta do Lorde, na Madeira, não ter locais para amarração de barcos. “Ver aquilo vazio custa-me imenso”, e lembra que a Associação Regional de Vela tem ferramentas para poder tornar isso possível.

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