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Tempestades: AJAP exige solidariedade política e apoios imediatos

Face ao cenário de devastação que atinge várias regiões do país, a AJAP defende que é o momento de o Estado retribuir o sacrifício de um “povo sofredor e resiliente”. Em comunicado, a associação pede que se abandonem as “aritméticas de votos” e as preocupações com o défice para socorrer quem perdeu quase tudo.
19 Fevereiro 2026, 17h07

A Associação dos Jovens Agricultores de Portugal (AJAP) lançou um apelo, esta quinta-feira, instando o poder político a colocar a sobrevivência das populações e das empresas acima das metas orçamentais

Face ao cenário de devastação que atinge várias regiões do país, a AJAP defende que é o momento de o Estado retribuir o sacrifício de um “povo sofredor e resiliente”. Em comunicado, a associação pede que se abandonem as “aritméticas de votos” e as preocupações com o défice para socorrer quem perdeu quase tudo.
A organização alerta que o tempo é o fator crítico. Segundo a AJAP, ajudas baseadas em empréstimos ou processos burocráticos lentos serão ineficazes e conduzirão inevitavelmente a falências, despedimentos e ao caos económico.
“O Governo tem de esquecer os limites orçamentais e tem o dever de ajudar as pessoas, as empresas, os agricultores e os jovens agricultores”, lê-se no apelo. A associação sublinha que o atraso nos apoios resultará num descrédito total nas instituições democráticas.
“É chegado o momento de sermos solidários e retribuirmos com quem perdeu quase tudo”, conclui a associação, apelando a uma união nacional para evitar o colapso do mundo rural e do tecido empresarial das regiões afetadas.

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