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Trade Republic reforça base acionista em operação secundária de 1,2 mil milhões de euros

A transação foi liderada por investidores existentes como a Founders Fund, Sequoia, Accel, TCV e Thrive, permitindo a aquisição de participações a acionistas iniciais, e contou ainda com a entrada de investidores globais de longo prazo como a Fidelity, Wellington e GIC, bem como de grandes family offices europeus, incluindo os das famílias Arnault e Agnelli.
17 Dezembro 2025, 12h48

A Trade Republic anunciou em comunicado uma operação secundária de 1,2 mil milhões de euros, que avalia a empresa em 12,5 mil milhões de euros e reforça a sua base acionista, e acontece num momento em que a fintech mantém uma trajetória de crescimento rentável pelo terceiro ano consecutivo.

A transação foi liderada por investidores existentes como a Founders Fund, Sequoia, Accel, TCV e Thrive, permitindo a aquisição de participações a acionistas iniciais, e contou ainda com a entrada de investidores globais de longo prazo como a Fidelity, Wellington e GIC, bem como de grandes family offices europeus, incluindo os das famílias Arnault e Agnelli.

A operação apoia o plano de crescimento de longo prazo da Trade Republic para construir a principal plataforma digital de banca e poupança da Europa.

A Trade Republico, desde o seu lançamento em 2019, registou “um crescimento consistente” e conta hoje com “mais de 10 milhões de clientes, que gerem cerca de 150 mil milhões de euros em ativos. Destaca-se que 70% destes clientes são investidores estreantes, refletindo uma mudança estrutural na relação dos europeus com o investimento e a poupança”, refere a fintech.

Recorde-se que a Trade Republic nasceu com a “missão de ajudar a responder ao crescente défice dos sistemas públicos de pensões na Europa, num contexto em que vários governos europeus têm vindo a incentivar a poupança privada para a reforma como pilar complementar ao sistema público”, lê-se no comunicado.

A Trade Republic é uma corretora digital alemã, que funciona como um banco, permitindo investir, poupar e gastar através de uma aplicação móvel, oferecendo acesso a ações, ETFs, criptomoedas e outros ativos.

Segundo a empresa, a operação reforça a credibilidade do seu modelo e consolida a sua posição como a segunda maior startup tecnológica da Europa e a maior da Alemanha, “momento em que milhões de europeus, incluindo um número crescente de portugueses, dão os primeiros passos no investimento de longo prazo”.

 


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