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Trump ameaça China e derruba bolsas europeias

Segundo o analista de mercados do Millenium “os mercados de ações europeus viveram a pior sessão do último mês, após uma inversão repentina de sentimento, em reação a declarações de Donald Trump, ameaçando a China de um “aumento maciço” de tarifas sobre produtos importados pelos EUA, reacendendo os temores sobre uma escalada da guerra comercial”.
10 Outubro 2025, 17h06

A bolsa de Lisboa encerrou sessão, desta sexta-feira, em terren0o negativo, tendo caído 0,73% para 8.169,87 pontos, depois de tocar em máximos de 15 anos.

A liderar as perdas está a Galp que perdeu 2,88% para 16,17 euros e o BCP cedeu 1,84% para 0,7450 euros. Por outro lado, a REN ganhou 1,96% para 3,125 euros e a Energias de Portugal somou 0,38% para 4,221 euros. A sessão saldou-se com dez das 16 cotadas abaixo da linha de água.

No que diz respeito às congéneres europeias, o alemão DAX perdeu 1,40%, o espanhol IBEX 35 cedeu 0,63%, o francês CAC 40 recuou 1,53% e o britânico FTSE 100 perdeu 0,87%.

Segundo o analista de mercados do Millenium “os mercados de ações europeus viveram a pior sessão do último mês, após uma inversão repentina de sentimento, em reação a declarações de Donald Trump, ameaçando a China de um “aumento maciço” de tarifas sobre produtos importados pelos EUA, reacendendo os temores sobre uma escalada da guerra comercial”.

“O presidente americano diz que a China impôs novas taxas portuárias aos navios dos EUA e iniciou uma investigação regulatória sobre a Qualcomm. Em Wall Street o Nasdaq 100 regista a pior sessão desde 30 de abril, arrastando o setor Tecnológico europeu, que tombou 3,1%. O Energético refletiu a queda dos preços do petróleo nos mercados internacionais”, sublinhou o especialista.


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