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Ucrânia: Montenegro admite militares portugueses em força de paz apenas se for necessário

Em declarações aos jornalistas no final de uma reunião da chamada Coligação da Boa Vontade, em Paris, o chefe do Governo garantiu que tal decisão será colocada “no processo de decisão interna”. 
epa12488255 Portuguese Prime Minister Luis Montenegro attends a plenary session on the State Budget for 2026 (OE2026) at the Parliament in Lisbon, Portugal, 28 October 2025. Portugal’s Parliament continued to debate the government’s proposal for the State Budget for 2026 in plenary session. EPA/MIGUEL A. LOPES
6 Janeiro 2026, 18h34

O primeiro-ministro, Luis Montenegro, reiterou hoje que a participação de militares portugueses numa futura força de manutenção de paz na Ucrânia só será decidida mais tarde e apenas se for necessário.

Em declarações aos jornalistas no final de uma reunião da chamada Coligação da Boa Vontade, em Paris, o chefe do Governo garantiu que tal decisão será colocada “no processo de decisão interna”.

“Eu não estou com isto a adiantar que vamos chegar a esse ponto, porque pode nunca ser necessário, mesmo no contexto de uma paz consolidada”, vincou.


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