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Vodafone tem instalado várias soluções móveis de emergência

A informação foi avançada por fonte oficial da operadora, que adiantou que a Vodafone “continua empenhada na total recuperação dos seus serviços interrompidos pela depressão Kristin”.
4 Fevereiro 2026, 20h41

A Vodafone instalou desde o início do mau tempo soluções móveis de emergência, entre as quais camiões itinerantes e ‘bolhas’ de conectividade e autonomia energética, como as que estão hoje a ser colocadas junto às autoestradas A1, A8 e A17.

A informação foi avançada por fonte oficial da operadora, que adiantou que a Vodafone “continua empenhada na total recuperação dos seus serviços interrompidos pela depressão Kristin”.

Nesta sequência, “reativou-se a rede móvel em todos os 58 concelhos inicialmente afetados, ainda que, em alguns casos, de forma parcial e sujeita a instabilidade” e, “em dois desses concelhos – Ferreira do Zêzere e Vila de Rei – o grau de degradação do serviço ainda é elevado”.

Em cima desta recuperação base, “a Vodafone instalou, desde o início, várias soluções móveis de emergência, entre as quais camiões itinerantes e ‘bolhas’ de conectividade e autonomia energética, como as que esta quarta-feira [hoje] estão a ser colocadas nas estações-base localizadas junto às auto-estradas A1, A8 e A17, para melhorar o acesso à rede móvel nestas vias de circulação”.

A operadora acrescentou que, “ao longo dos próximos dias, esta complementaridade será reforçada com novos meios”.

Está também em prossecução o restabelecimento do serviço fixo nas zonas em que este foi afetado, “muito dependente, por exemplo, da reparação de cortes de fibra”.

“Todos estes trabalhos são muito exigentes e sujeitos a algum grau de incerteza, pois dependem das condições de acesso e reparação das estruturas destruídas (garantindo a segurança dos técnicos) e de fatores terceiros, como o fornecimento de eletricidade ou o estado do tempo”, adiantou a mesma fonte.

“A confirmar-se o agravamento das condições meteorológicas nos próximos dias (depressão Leonardo), o ritmo de trabalho para a reposição dos serviços poderá ser ainda mais afetado”, acrescentou.

A Vodafone “permanece focada na rápida reposição dos seus serviços, manifestando uma vez mais a sua solidariedade com todos os afetados e agradecendo a compreensão de todos os seus clientes”, rematou.

Dez pessoas morreram desde a semana passada na sequência do mau tempo. A Proteção Civil contabilizou cinco mortes diretamente associadas à passagem da depressão Kristin e a Câmara da Marinha Grande anunciou uma outra vítima mortal, a que se somaram depois quatro óbitos registados por quedas de telhados (durante reparações) ou intoxicação com origem num gerador.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, que provocou algumas centenas de feridos e desalojados.

Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.


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