É fundamental que se escolham aplicações financeiras adequadas aos objetivos definidos, que não se assumam riscos indesejados e que a rentabilidade esperada se ajuste às expectativas.
A poupança deve ser, hoje mais do que nunca, uma prioridade para as famílias, e tão importante como definir a quantia a colocar regularmente de lado para poupança, é conhecer as regras para um investimento responsável.
É fundamental que se escolham aplicações financeiras adequadas aos objetivos definidos, que não se assumam riscos indesejados e que a rentabilidade esperada se ajuste às expectativas.
Regras básicas na escolha das aplicações financeiras:
- Conhecer as características das aplicações escolhidas e avaliar previamente os seus riscos, procurando conhecer toda a informação disponível;
- Acompanhar o comportamento das aplicações ao longo do tempo e compará-lo com o de alternativas disponíveis no mercado;
- Evitar colocar em risco as poupanças do agregado familiar e ponderar a sua diversificação em aplicações financeiras.
Imaginemos que o consumidor dispõe de € 5 000 e que não precisa deste montante para fazer face às despesas essenciais. O que poderá fazer com esse dinheiro? Guardá-lo em casa? Pô-lo no banco? Aplicá-lo em certificados de aforro? Comprar ações?
Para tomar uma decisão dessa natureza, terá de ponderar alguns aspetos que, no fundo, são aqueles que condicionam a opção por um determinado tipo de investimento:
- Haverá alguma possibilidade de vir a perder o dinheiro aplicado ou parte dele?
- Durante quanto tempo teria de manter o dinheiro investido?
- E se, de repente, necessitar desse valor, o que aconteceria?
- Qual o nível de rentabilidade da aplicação?
- Quais os custos envolvidos?
- Quanto é que teria de pagar de impostos?
SEGURANÇA
A segurança é um dos aspetos mais importante e constitui umas das preocupações centrais da maioria dos consumidores que pretendem aplicar as suas poupanças.
A segurança de uma aplicação financeira depende de vários fatores:
- Da solvabilidade, ou seja, da solidez financeira da instituição a quem se confiam as poupanças (risco de crédito);
- Da eventual proteção legal de que poderão beneficiar os investidores em caso de problemas de insolvência das instituições (por exemplo, o Fundo de Garantia de Depósitos -mecanismo de salvaguarda do sistema financeiro);
- Da natureza da própria aplicação (por exemplo, quem investe em ações deve saber que não existe certeza sobre a evolução futura das cotações).
Conte com o Gabinete de Proteção Financeira da DECO para saber mais sobre economizar e poupar, gerir melhor o dinheiro e os créditos, controlar as finanças pessoais e utilizar a ferramenta orçamento familiar, por exemplo.
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