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Bank Millennium sobe 56% os lucros até setembro

O polaco Bank Millennium, controlado pelo BCP, fechou os primeiros nove meses deste ano com lucros de 855 milhões de zlótis (202 milhões de euros), o que traduz uma melhoria de 56% face aos 547 milhões de zlótis (127 milhões de euros) registados em igual período do ano passado.
24 Outubro 2025, 07h58

O Banco Comercial Português anunciou que o seu Bank Millennium (Polónia), detido em 50,1%, obteve
um resultado líquido nos nove meses de 2025 de 855 milhões de zlótis (202,0 milhões de euros), o que
compara com 547 milhões de zlótis nos nove meses de 2024 (127,0 milhões de euros). O que traduz um aumento de 56% em termos homólogos, em moeda local.

Os resultados do Bank Millennium mantiveram-se condicionados pelos encargos relacionados com a carteira de créditos hipotecários denominados em francos suíços, em particular com as provisões para o risco legal dos créditos denominados em francos suíços que totalizaram 1.503 milhões de zlótis antes de impostos (310,4 milhões de euros, incluindo 44,7
milhões de euros relacionados com a carteira de créditos hipotecários denominados em francos
suíços do Euro Bank).

A evolução dos lucros foi ajudada pelos custos com a contribuição sobre o setor bancário “banking
tax”  que ascenderam a 301 milhões de zlótis (71,0 milhões de euros), bem como pelos encargos relacionados com a carteira de créditos hipotecários denominados em francos suíços que totalizaram 1.609 milhões de zlótis antes de impostos (380,2 milhões de euros), tendo-se reduzido 32% em relação ao ano anterior”.

O resultado líquido até setembro, ajustado de itens específicos (relacionados maioritariamente
com encargos relacionados com a carteira de créditos hipotecários denominados em francos suíços)
aumentou de 2.297 milhões de zlótis (533,7 milhões de euros) para 2.347 milhões de zlótis (554,4
milhões de euros), correspondendo a uma variação de 2% em moeda polaca.

Destaque para a qualidade da carteira de crédito espelhada no rácio de crédito com imparidade (Stage 3) que fixou-se em 4,2% no fim de setembro, e que
compara com 4,6% nos 9 meses de 2024.

O custo do risco situou-se nos 32 p.b. o que compara com 53 p.b. um ano antes.


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