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Prever riscos? Empresas precisam de administrador de geopolítica

Os cenários de risco e incerteza vão continuar a marcar 2026. Um estudo da Prosegur aponta tendências e aconselha as grandes empresas a criar um responsável de geopolítica.
6 Fevereiro 2026, 15h00

Estão as empresas preparadas para uma realidade cada vez imprevisível onde é essencial antecipar cenários de risco? O estudo “O Mundo em 2026”, realizado pela Prosegur, aponta as principais tendências que vão influenciar o negócios das empresas este ano. José María Blanco, diretor de research da empresa explicou ao Jornal Económico que “a evolução do risco global está a forçar uma profunda redefinição do conceito de segurança, que passa de reativo e setorial a estratégico e integrado”. O relatório analisa as principais dinâmicas internacionais que estão a obrigar empresas (e governos) a antecipar cenários, reduzir a incerteza e aumentar a resiliência face a riscos cada vez mais frequentes. Blanco aponta a tendência do “Poder Difuso” na geopolítica.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o artigo completo. Edição do Jornal Económico de 6 de fevereiro.

 


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