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Habitação

“Governo tem uma palavra importante no arrendamento”, afirma CEO da Dils

“Os proprietários têm um certo trauma do congelamento das rendas, de quando os inquilinos resolvem não as pagar rendas e ficam com a casa o tempo que quiserem”, refere em declarações ao JE, Pedro Lancastre, CEO da Dils.

João Espanha: “Não é a política fiscal que resolverá o problema da habitação”

Lígia Simões 24 Jan 2026
Sócio da Broseta, e especialista em Direito Fiscal, avalia novos incentivos fiscais propostos pelo Governo para dinamizar o mercado da habitação, que passaram no primeiro teste no Parlamento. Diz que se apresentam algo “amontoadas”, que “nem todos os tiros são certeiros e outros gerarão enorme confusão na sua aplicação”. E antecipa que as novas medidas fiscais para a compra de casa “dificilmente” farão baixar os preços.

Ministro apela ao setor do cimento para que não deixe pacote da habitação “morrer na praia”

Numa intervenção numa conferência promovida pela Associação Portuguesa de Cimento (ATIC), em Lisboa, o ministro destacou as medidas para a crise da habitação, salientando que é preciso “construir mais” e voltar aos níveis de construção que se verificaram no início da década de 2000 para “colmatar o défice de oferta” que existe.

Comprar casa em Portugal exige em média, quase 30 anos de rendas

Dados do Imovirtual analisam o rácio entre o preço médio de venda e o valor anual de arrendamento e revelam que os distritos do interior, como Castelo Branco, Guarda ou Bragança, apresentam rácios significativamente mais baixos — em alguns casos próximos dos 13 a 17 anos.
habitação casas

Crise na habitação obriga famílias diferentes a dividir a mesma casa

Há cada vez mais famílias a dividir casa em Portugal. As rendas por metro quadrado aumentaram 4,9% em dezembro de 2025 face ao mesmo mês de 2024 e registaram uma variação média anual de 5,3% no conjunto do ano passado, segundo o INE.

Alojamentos vagos para venda ou arrendamento não são suficientes para dar resposta ao aumento da procura, diz BdP

Maria Teixeira Alves 16 Jan 2026
No período 2021–2024, em cerca de metade dos municípios portugueses, localizados maioritariamente no litoral, o aumento da procura por residências habituais, dado pela variação das famílias residentes, foi superior ao da oferta de alojamentos familiares. Este diferencial foi acomodado por uma redução do número de alojamentos vagos ou de residências secundárias.
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