Conferência “Puxar pela Cabeça”, organizada pela Amrop Portugal e JE, debateu esta terça-feira em Lisboa a participação dos jovens nas políticas públicas e a necessidade de utopias.
Maria da Glória Ribeiro considera que a detenção de Mariana Mortágua é um exemplo de temas fraturantes que os partidos utilizam para ganharem relevância e que gerou um nível de agressividade através das redes sociais. “Qualquer pessoa através das redes sociais pode expor as suas ideias e isso leva a um conflito com outras”, refere o consultor, Pedro Sampaio Nunes.
Ao longo da conversa, fala-se do oceano como pilar essencial da vida no planeta, da urgência em equilibrar crescimento económico com responsabilidade ambiental e da necessidade de combater práticas como o greenwashing.
Depois do sucesso das edições anteriores, o Puxar pela Cabeça regressa em 2025 para mais uma conversa inspiradora, desta vez na AESE Business School, no dia 7 de outubro, a partir das 18h.
Nesta conversa, fala-se de disrupção em múltiplas dimensões: das ideias à forma como nos apresentamos, da autenticidade à coragem de pensar diferente, do impacto da tecnologia ao papel das grandes corporações na transformação social.