Madeira Opinião

A Defesa do Conselho Colonial!

O que o líder socialista gostaria, e já nem esconde, é que os presidentes das Regiões com poder legislativo e executivo próprios dialoguem e negoceiem com uns quaisquer burocratas mangas-de-alpaca, que funcionem simultaneamente como barreira de proteção política a sua excelência, correia de transmissão de informações de Estado, e “gavetómetros” profissionais, que se esqueçam no fundo da gaveta os dossiers mais incómodos, reivindicados pela Madeira.

Descolonizar o espaço público e as instituições culturais: a construção do lugar iconoclasta contemporâneo

A iconoclastia conseguiu trazer, felizmente, para o debate público e mediático, o questionamento da qualidade das transformações estéticas que acontecem no território que habitamos. E com isso, também questionar e deslegitimar as narrativas historiográficas e o como estas são lecionadas no interior dos espaços letivos. Do mesmo modo, devemos questionar a forma como são expostas e apresentadas as “narrativas do preconceito” nas nossas instituições culturais e museológicas.

Manter os olhos bem abertos

O acesso à informação livre é um direito consagrado na Declaração Universal dos Direitos Humanos (artigo 19) e é uma ferramenta fundamental para a prevenção da corrupção, de acordo com a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção.

Um Equilíbrio Dinâmico

Tanto na academia, como na prática, todos sabemos que a proficiência da gestão é um preditor crítico de desempenho inovador de uma organização, na medida em que a gestão se relaciona positiva e diretamente com qualquer tipo de inovação, sejam ela radical, instrumental ou administrativa.

Que futuro para a Região Autónoma da Madeira no pós COVID-19?

É inegável que o futuro próximo da Região Autónoma da Madeira será um dos tempos mais exigentes da nossa história, e nesta encruzilhada seremos forçados a ultrapassar desafios estruturais, nomeadamente os decorrentes de nos encontrarmos inevitavelmente dependente de companhias aéreas para garantir o acesso às ilhas, o facto do Governo da República claramente se ter demitido da sua responsabilidade constitucional para com o princípio da continuidade territorial, e acima de tudo, resultar claro que hoje em dia somos uma região fortissimamente dependente do Turismo e que o turismo mundial, e toda a sua indústria vai passar provavelmente pela maior crise da sua história e que levará anos a recuperar.

Para que serve um Banco Central?

Desde o início da pandemia, o BCE já comprou mais de 1.3 biliões de euros de títulos públicos e empresariais no mercado de capitais. Este montante corresponde a mais de 10% do PIB nominal da Zona Euro. Esta intervenção vai muito além do que é o papel do BCE, pois representa uma deformação excessiva do funcionamento do mercado europeu de capitais. Se, por um lado, no curto prazo é bom baixar os custos de financiamento dos estados e das empresas, por outro lado, ir demasiado longe nesse campo representa, a longo prazo, um incentivo à gestão irresponsável.
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