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Política

“Acredito no bom senso dos portugueses”. Seguro pede concentração de votos para garantir “um democrata” na 2.ª volta

António José Seguro pediu esta quarta-feira aos portugueses que “evitem um pesadelo” nas eleições presidenciais de domingo e apelou à concentração de votos na sua candidatura para garantir que um democrata passe à segunda volta.

Presidenciais. Comissão Nacional de Eleições indica que voto no estrangeiro é presencial

Em comunicado, o organismo aponta que esta é a “única modalidade de votação” para as Eleições Presidenciais do próximo domingo, dia 18 de janeiro.

Presidenciais: Gouveia e Melo manifesta-se angustiado com riscos de escolha de um mau Presidente

O ex-chefe do Estado-Maior da Armada voltou a desvalorizar as sondagens que o colocam fora de uma segunda volta das eleições presidenciais, mas dramatizou quando deixou a seguinte mensagem: “Estou verdadeiramente angustiado com o que se passa, porque acho que podemos correr o risco de escolher um mau Presidente da República”.
Marques Mendes

Presidenciais: Mendes acusa Cotrim de “exibicionismo” e conta com Montenegro hoje na campanha

O candidato presidencial Luís Marques Mendes acusou, esta quarta-feira, Cotrim Figueiredo de fazer “número político” e de exibicionismo com nova carta a Luís Montenegro, respondendo que o líder do PSD estará hoje novamente na sua campanha.

Presidenciais: Seguro pede concentração de votos para garantir “um democrata” na segunda volta

“Aquilo que eu peço a cada portuguesa e a cada português é que evitem um pesadelo. E, para evitarem um pesadelo na noite de dia 18 para dia 19, e dormirem bem, é garantir que um democrata possa passar à segunda volta, que é o meu caso”, apelou o candidato presidencial apoiado pelo PS no arranque do dia de campanha durante uma visita ao mercado de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa.
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JE TV

“Trump é ciclotímico na questão da Ucrânia”. Veja “A Arte da Guerra”

No Irão, na Ucrânia e até talvez mesmo no Mercosul. O fantasma do presidente dos Estados Unidos está por todo o lado, como se apenas a agenda da sua administração tivesse força de lei. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
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