A entrada em 2026 será, para a maioria dos portugueses, em casa, rodeados de família ou amigos. Segundo o Observador Cetelem 84% dos inquiridos prefere o conforto do lar ou a casa de amigos e familiares às luzes das cidades.
E não é que estejam a apertar o cinto: o gasto médio para a noite de Réveillon é de 105 euros, praticamente igual ao de 2024 que rondou os 101 euros. O suficiente para garantir uma mesa bem composta, um copo a mais e, quem sabe, um espumante digno de Instagram.
Mas nem tudo é sofá e meias quentinhas. Um em cada cinco portugueses planeia viajar nesta quadra, com um gasto médio de 376 euros, mais 53 euros do que no ano passado. Parece que há vontade de investir em experiências — ou, pelo menos, em fotografias novas para partilhar.
No capítulo dos destinos, Portugal continua a ser rei, com 71% a optar por escapadinhas cá dentro. Mas o estrangeiro começa a atrair olhares: 37% admitiram viagens fora do país, ligeiro crescimento face a 2024 (33%).
No fundo, os números revelam um português cauteloso, mas não avesso a gastar — sobretudo em momentos de lazer. A noite de 31 continua a ser celebrada em casa, mas o viajante escondido em cada um de nós já começa a fazer as malas.
E assim entra 2026: entre o conforto do lar, a pequena aventura e a esperança de que o espumante seja, pelo menos, tão bom como o do ano passado.
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