Mudanças no apoio ao grupo parlamentar do PAN

No despacho do PAN consta “Exonerados do cargo de assessores” ficam Márcio Manuel Cavaleiro da Quadrada, Sara Filipa Tomé Marques Martins, Susana Isabel de Oliveira Andrade.

André Silva, Porta-voz e deputado do PAN à Assembleia da República | Cristina Bernardo

Foi publicado em Diário de República, a 13 de julho, um despacho do PAN onde consta que André Batista Nunes é o novo chefe de gabinete do PAN. No mesmo documento, o partido anuncia a saída de alguns assessores.

Assim, consta por “despacho de 25 de junho de 2020, da Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Pessoas-Animais -Natureza, PAN”, que o partido nomeia o doutor André Batista Nunes com efeitos imediatos. Exonerados do cargo de assessores ficam Márcio Manuel Cavaleiro da Quadrada, Sara Filipa Tomé Marques Martins, Susana Isabel de Oliveira Andrade.

O PAN tem estado sujeito a algumas mudanças pela saída do eurodeputado Francisco Guerreiro e a deputada Cristina Rodrigues.

“O eurodeputado Francisco Guerreiro sai do partido Pessoas-Animais-Natureza por divergências políticas com a direção e garante que continuará a defender no Parlamento Europeu os ideais pelos quais foi eleito e se rege”, referiu um comunicado enviado à Lusa, a 16 de junho.

No comunicado, constou ainda que “as divergências que justificam o seu afastamento do PAN assentam na falta de identificação política com várias posições relevantes tomadas pelo partido no parlamento nacional, bem como com a linha política global que tem caracterizado a atuação do PAN nos últimos meses”.

A 25 de junho, foi a vez da deputada Cristina Rodrigues abandonar o partido. “Hoje, de coração extremamente apertado, decidi desvincular-me do PAN, após ter dado tanto de mim a este partido. Infelizmente, não consigo adiar mais esta decisão e apenas a tomo por não ver outra saída e por acreditar que, ao adiá-la, poderia vincar ainda mais as divergências existentes e ser mais prejudicial para o partido, para mim e para as causas com que continuo a identificar-me”, garantiu, numa nota enviada à Lusa.

“Fui sentindo cada vez mais a minha voz silenciada e a minha capacidade de trabalho condicionada, o que culminou com o meu recente afastamento da Comissão Política Permanente do PAN, feito à minha revelia e sem aviso prévio”, assegurou Cristina Rodrigues, que continua a participar na atividade parlamentar como deputada não inscrita.

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