Atenção, clientes CGD. Há atrasos no pagamento das pensões

Problemas técnicos “alheios” ao banco atrasam pagamento das reformas mas situação estará resolvida até ao final do dia de hoje, apurou o Jornal Económico.

As pensões estão a ser creditadas nas contas da maioria dos reformados desde a meia-noite desta sexta-feira, com exceção da Caixa Geral de Depósitos, apurou o Jornal Económico. De acordo com fonte da Segurança Social, as pensões foram atempadamente transferidas para as instituições bancárias, mas “uma destas entidades falhou com algumas pessoas”.

O Jornal Económico questionou a Segurança Social depois de várias queixas de reformados que não tinham a sua pensão disponível nas contas bancárias: “As transferências por parte da Segurança Social foram efetuadas em tempo útil. Não houve qualquer atraso da nossa parte” assegurou fonte oficial.

Ao que o Económico apurou, os atrasos de pagamento de pensões ocorridos foram da responsabilidade da Caixa Geral de Depósitos (CGD), que, “por questões técnicas alheias ao banco, não conseguiu efetuar atempadamente a creditação das contas dos seus clientes”. Os pagamentos das pensões são processados ao dia 8 de cada mês.

O banco espera, no entanto, conseguir regularizar os créditos na conta dos pensionistas até ao final do dia de hoje: “os pagamentos foram iniciados mais tarde que o normal mas neste momento estão a ser processados. Até ao final do dia de hoje estará tudo resolvido”, garantiu fonte oficial do banco ao Económico.

Relacionadas

Recebe pensões, subsídios ou abono? Veja qual é o dia de pagamento

Já foram divulgadas as datas de pagamento dos subsídios sociais e das pensões. A 15 de fevereiro será feita a transferência bancária para quem recebe prestações familiares, por exemplo.
Recomendadas

União Europeia facilita compras digitais mas Portugal falha prazo

“A Comissão está a acompanhar de perto a situação e em breve decidiremos as próximas medidas para garantir que todos os Estados-membros cumprem as suas obrigações”, diz Nathalie Vandystadt, porta-voz de Bruxelas.

Governo de Angola espera recessão de 1,7% em 2018

Ministro da Economia e Planeamento angolano referiu que depois de contrações de 2,6% e 0,1% em 2016 e 2017, respetivamente, a economia angolana deve ter aprofundado a queda no ano passado.

EconPol diz que União Bancária não protege bancos europeus das repercussões de uma crise orçamental italiana

Os planos orçamentais do novo governo italiano têm o potencial de desencadear uma nova crise financeira, diz o analista da EconPol Europe, Timo Wollmershäuser.
Comentários